O corpo muda — e o movimento precisa mudar com ele.

É comum ouvir mulheres dizendo que antes faziam certas coisas sem dificuldade, que o corpo não responde mais como antes ou que se sentem “enferrujadas”. Essas frases carregam frustração, comparação e, muitas vezes, culpa. Mas o corpo não piora com o tempo. Ele muda. E quando o movimento não acompanha essas mudanças, surgem desconfortos, dores, insegurança e a sensação de que há algo errado, quando na verdade o corpo está apenas pedindo outra abordagem.

Grande parte dos métodos de treino ainda parte da ideia de que o corpo é estático, como se aquilo que funcionou em uma fase da vida tivesse que funcionar para sempre. Só que o corpo feminino passa por transformações reais: a rotina muda, a carga mental aumenta, o sono oscila, os ciclos hormonais se modificam, as responsabilidades se acumulam e os níveis de energia variam. Ignorar tudo isso não fortalece o corpo — apenas afasta a pessoa da própria percepção corporal.

Movimento não é apenas execução. É leitura. Cuidar do corpo envolve entender o momento em que ele está. Há fases em que o corpo precisa construir força, se reorganizar e ganhar estabilidade. Em outras, ele precisa manter, sustentar, reduzir impacto e recuperar. Movimento consciente não significa fazer menos, mas fazer o que faz sentido agora. Quando o cuidado respeita esse momento, a dor diminui, o medo de se mover diminui, a constância aumenta e a confiança retorna. Não porque o corpo virou outro, mas porque ele foi ouvido. A confiança não nasce da intensidade, nasce da segurança.

No Studio Radice, o movimento é pensado como base. O Pilates organiza, fortalece e cria consciência corporal. O treinamento funcional leva esse movimento para a vida real, para as demandas do dia a dia. As práticas integrativas ajudam a sustentar esse processo ao longo do tempo. Nada funciona isolado. Tudo se conversa. Essa integração permite que o corpo se adapte às diferentes fases da vida sem perder autonomia, presença e capacidade de se mover com confiança.

Um erro comum é tentar voltar para um corpo antigo, como se o objetivo fosse recuperar algo que ficou no passado. Mas o cuidado não é sobre voltar. É sobre seguir em frente com mais consciência e suporte. O corpo de hoje não é pior — ele é diferente. E quando o cuidado acompanha essa diferença, o movimento volta a ser um aliado, não uma cobrança.

Se você sente que o movimento já não faz sentido como antes, talvez não seja falta de esforço. Talvez seja hora de mudar a forma de cuidar. Aqui, acreditamos que o movimento precisa acompanhar a vida, e não competir com ela.


Studio Radice — Movimento integrado para sustentar o corpo em todas as fases.

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Cuidar do corpo também é aprender a desacelerar.

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Cuidar do corpo precisa caber na vida real.