Constância não nasce da força de vontade: auriculoterapia, escuta e o corpo que consegue continuar.
Muita gente acredita que a dificuldade em manter uma rotina de cuidado está ligada à falta de disciplina ou força de vontade. Mas, na prática, o que mais afasta as pessoas do movimento não é preguiça — é excesso. Excesso de cobrança, de estímulo, de cansaço acumulado e de exigências que não consideram o corpo real. Quando o corpo vive sobrecarregado, manter constância se torna quase impossível.
A auriculoterapia entra nesse contexto como um recurso de apoio à regulação. Não para substituir o movimento, mas para ajudar o corpo a sair de estados de estresse contínuo que sabotam a continuidade do cuidado. Através de estímulos específicos na orelha, essa prática atua no sistema nervoso, auxiliando na redução da ansiedade, na melhora do sono, no controle da dor e na organização do estado geral do corpo.
Um corpo constantemente em alerta tende a abandonar o cuidado. Ele se cansa rápido, responde mal ao exercício e associa movimento a esforço excessivo. Quando o sistema nervoso encontra mais equilíbrio, algo muda. A respiração melhora. A percepção corporal se amplia. O movimento deixa de ser vivido como ameaça e passa a ser possível novamente.
Integrar auriculoterapia ao cuidado corporal não significa depender de uma técnica externa para continuar. Pelo contrário. Significa criar condições internas para que a pessoa consiga sustentar o processo. Quando o corpo se sente mais regulado, a constância deixa de depender de motivação extrema e passa a nascer do bem-estar. O cuidado se torna mais acessível, mais leve e mais repetível.
No movimento, isso se traduz em melhor resposta aos exercícios, menos resistência, mais foco e maior tolerância ao estímulo físico. O corpo aprende em um estado mais favorável. Aprende sem tensão excessiva. Aprende com presença. E esse aprendizado se mantém por mais tempo.
No Studio Radice, a auriculoterapia não é usada como solução isolada. Ela faz parte de um olhar que entende que o cuidado precisa considerar o corpo por inteiro. Movimento, recuperação e regulação caminham juntos. Em alguns momentos, o corpo precisa ser desafiado. Em outros, precisa ser acolhido. Saber reconhecer isso é o que sustenta a jornada.
Constância não se constrói na cobrança. Ela se constrói quando o cuidado respeita os limites, a rotina e o momento de vida de cada pessoa. Quando o corpo se sente ouvido, ele permanece. E quando ele permanece, o movimento deixa de ser intermitente e passa a ser parte da vida real.
Studio Radice — Movimento integrado para um cuidado que se sustenta no tempo, não na força de vontade.
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